PERGUNTAS FREQUENTES

Esta seção de "Perguntas frequentes" oferece respostas às perguntas feitas mais frequentemente sobre a vacinação como forma de controlar o odor de macho inteiro.

Q. A vacina contra o odor de macho inteiro é um hormônio?
R. Não, a vacina é uma solução segura e altamente efetiva que funciona como qualquer outra vacina convencional e que atua no sistema imunológico do suíno para controlar o odor de macho inteiro. É produzida de uma proteína que ocorre naturalmente em suínos. Não é um hormônio nem um produto químico e não contém componentes modificados geneticamente (OGM) nem agentes microbiológicos.

Q. A vacina está disponível em meu país?
R. Atualmente, a vacina está disponível em diversos países. Em breve, a vacina estará disponível em diversos outros países.

Q. A vacina é um promotor de crescimento?
R. Não, a vacina simplesmente permite que os machos inteiros cresçam com todo o seu potencial natural, exigindo menos ração para atingir o mesmo peso quando comparados com suínos castrados cirurgicamente.

Q. Há desvantagens no uso da vacina?
R. Não, a vacina é segura, altamente efetiva e prática para o produtor. Além disso, é uma abordagem de controle do odor de macho inteiro que não causa sofrimento ao animal e que atua de maneira responsável com relação ao meio ambiente.

Q. O produtor ou o médico veterinário administraria as injeções?
R. A vacina para controlar o odor de macho inteiro deve ser receitada por um médico veterinário. Experiências em granjas demonstraram que a vacina pode ser administrada de maneira segura pelo médico veterinário ou pessoal da granja treinado para tal e que obedeça os protocolos de segurança, utilizando o injetor recomendado que dispõe de recursos avançados de segurança.

Q. O que acontece se um trabalhador se autoinjetar?
R. A experiência de campo sugere que o risco de autoinjeição é muito baixo. Embora não tenham sido conduzidos estudos diretos com humanos, muitos estudos com animais associados ao conhecimento científico sobre este tipo de produto sugerem que a autoinjeção acidental pode produzir nas pessoas efeitos similares àqueles observados nos suínos. Entre esses efeitos, poderia haver uma redução temporária dos hormônios sexuais e das funções reprodutivas tanto em homens quanto em mulheres, além de um efeito adverso na gravidez. O risco destes efeitos será maior após uma segunda ou subsequente injeção acidental do que após a primeira injeção. O rótulo do produto aconselha que a pessoa que sofre uma autoinjeção acidental busque atenção médica imediata e não volte a manusear o produto.

Q. A vacina é segura?
R. No decorrer dos últimos dez anos, funcionários treinados administraram milhões de doses com toda a segurança. Os produtores também poderão contar com treinamento prático. Atenção aos protocolos de segurança e uso de injetor adequado —contendo dispositivos avançados de segurança— reduzem a possibilidade de ocorrer autoaplicação acidental.

Q. Eu li sobre a legislação para evitar a castração sem anestesia. Isso é importante?
R. Alguns países iniciaram processos legislativos para evitar a castração cirúrgica de leitões sem anestesia. Isso é importante para os produtores pois exige que os mesmos avaliem alternativas às práticas tradicionais de castração. Por sorte, alternativas como a vacinação estão disponíveis.

Q. A vacina deixa algum resíduo na carne?
R. A carne de machos inteiros vacinados é completamente segura para o consumo humano. À semelhança da maioria das vacinas, a vacina contra o odor de macho inteiro não deixa resíduos na carne que possam afetar a saúde humana. A vacina não é um hormônio nem um produto químico, e não contém componentes modificados geneticamente (OGM) nem agentes microbiológicos.

Q. As injeções da vacina são seguras para o suíno?
R. A vacinação é uma alternativa à castração cirúrgica que não agride o animal, eliminando complicações associadas à castração cirúrgica, como riscos de infecção e mortalidade. Tem sido administrada com segurança em milhões de suínos por mais de dez anos.

Q. A vacinação impõe algum risco de contaminação ambiental relacionada com o descarte de carcaças e dejetos?
R. Não, a vacinação contra o odor de macho inteiro auxilia na redução do impacto da produção suinícola no ambiente e contribui para uma suinocultura sustentável. Uma vez que suínos vacinados precisam de menos ração para alcançar o peso de mercado, a produção de esterco é aproximadamente 10% menor que a de suínos castrados cirurgicamente. Além disso, a vacina não contém produtos químicos nem agentes microbiológicos que possam representar riscos para o meio ambiente.

 

Glossário



Referências

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